Sejam Bem-Vindos

Sejam Bem-Vindos!!!

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Liberte-se de sua culpa...

Lá fora por sua conta
Fria e sozinha de novo
Pode isto ser o que você realmente queria, meu bem?

Ponha a culpa em mim
Liberte-se da sua culpa
Nada pode te deter agora

Agora que você se foi
Eu me sinto eu mesma outra vez
De luto pelas coisas que eu não posso consertar e desejando...

Deixar você pôr a culpa em mim
E libertar-se da sua culpa
Eu não quero te deter agora, amor

Eu não posso mudar quem eu sou
Não dessa vez, eu não mentirei pra manter você perto de mim
E nessa curta vida
Não há tempo para perder com desistências
Meu amor não foi o suficiente

E você pode pôr a culpa em mim
Apenas liberte-se da sua culpa, querido
Eu não quero te deter agora amor...

(Amy Lee)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Uma prece para seu coração...


Pânico - Deixe-me procurar por você
Manter você perto - bem perto
Busco minha força através de você
Desapareça - toda esta interminável dor
Volte para mim
Vamos voltar no tempo

O passado me chama - ansiando por você
Eu continuo a te amar - mesmo com tudo que você fez
Oh - Eu não posso estar ciente
De todas as coisas que você é
Deixe-me segurar em você
Como você é em minhas memórias
Volte para mim

Vida - Eu não vou permitir entrar
Mesmo que o empurre
Desenterrar meu medo em substituição
Rezar - Eu irei rezar pelo seu coração
Para parar o sangramento
E curar aquela doença

O passado me chama - ansiando por você
Eu continuo a te amar - mesmo com tudo que você fez
Oh - Eu não posso estar ciente
De todas as coisas que você é
Deixe-me segurar em você
Como você é em minhas memórias
Volte para mim

Agora eu sei que você ainda me ama
Isso não muda você ter esperança
Eu sou seu amor perdido
Não desapareça - Você é uma memória tão boa
Deixe-me desacorrentá-lo de mim

Esta é a minha prece solitária
Para abençoar seu coração
A força que você possuía
Foi dissipada em vão
Eu o daria a minha mão
Se apenas isso o pudesse ajudar
É tempo de recomeçar
E caminhar dentro do mundo
Fora do sonho
Dentro de sua vida
Vida, Vida, Vida, vida...

A lápide...

A funérea lápide nova ao luar,
Feridas abertas sob o mármore,      
É o teu corpo agora incurável,
Sepulcro escuro, cheiro de morte.
Foram lamentos e má sorte,
Flores murchas a impregnar o ar,
Em sua nova morada, oh, alma penada,
De sofrimentos agora vãos.
Um anjo de concreto pairando quieto,
Corvos, corujas, morcegos, que alienação...
Olhos que nunca mais a alvorada verão.
Que sombras são essas?
De esfinges eretas, tuas companheiras,
Depois da tua última respiração.
Corpo inerte, pensamento perdido,
Perdeu os sonhos e os irmãos.
Pestes virais, anjos maus, demônios,
Ainda em sua sepultura a vagar,
Mas nada mais interessa,
Encontrarão vivos para se apoderar.
As potestades que te afligiam,
Estão a sorrir, grunhir e a zombar.
Satisfeitas, missão cumprida e tu terás
A eternidade toda para putrefar.

Fases do Amor...


O amor, às vezes, nasce num segundo,
Apressando o pulsar do coração.
Num olhar que se cruza mais profundo,
No ligeiro contato de outra mão.

Vêm em seguida: abraços, sonhos e beijos,
Promessas... 
Juras... 
E horas enternecidas.
Nestas contemplações doces e infindas,
Num mundo de caricias e desejos.

Amor! Um fogo intenso, abrasador,
Lascivo nos aquece com o seu calor.
Depois arrefece, e o que resta da fogueira,
É a frieza das cinzas virando tudo poeira.

Passa ligeiro, ilusão levada pelo vento,
Nasce e morre antes mesmo do sol se pôr,
Vai deixando em seu rastro, só tormento,

Num prefácio de tristeza e muita dor.

 (autor: Paulo Morgan)

Covardia...


De que adianta a beleza, a inteligência e a juventude
Se apesar de todas as qualidades que possuo
Resplandece em mim a corvadia...

Sou corvade, eu assumo
Enfrento o açoite, mas fugo de meus sentimentos
E de mim mesma...

Minha boca, vertente muda,
Nega-se a proferir o que até cego vê
Enfrento o mundo, mas escondo-me de ti...

Talvez não queira que vejas
O que nem eu própria permito-me ver
Não quero que sintas
O sofrimento aqui presente
E em cada momento por mim vivido;
Não quero que percebas
O fel amargo existente
Em cada centimetro de minha existência...

Porque eu sou covarde
Covarde sim, covarde de mim mesma...

Quando a tempestade enfim passar
E a luz brilhar em mim novamente
Eu quero a coragem presente
Em todos os dias de minha vida...
Quem sabe aí eu consiguirei
Olhar bem fundo em teus olhos
E simplismente assumir
Que eu te amo!

 (Para: @@@@ )

A espera...

Estou cansada... sinto-me cansada da solidão... das noites frias... das lembranças... chegando de mansinho... dos fantasmas torturando a alma...
Caminho... caminho em passos lentos pelas ruas desertas... A cidade está vazia...
O silêncio apenas... todos se foram... menos a sua imagem presente nesta sombra que me acompanha...
E no meu desespero grito seu nome... ajoelho neste asfalto molhado... e diante das estrelas... faço meu pedido... como um crente em oração à espera de um milagre...
E neste sonho chego a sentir teus lábios aquecendo os meus... tenho a impressão de uma nova magia... um novo dia... e ao acordar... esperamos por você...
Meu corpo... meu desejo... meus beijos... nosso filho e minha vida... esperando juntos ter uma vida com você.

Como sofro...

Sofro por um perdão,
Um perdão que parece impossível,
Será?

Será que você é capaz de me perdoar?

Será que atingi mesmo foi o seu coração?

Ou aquele, aquele, seu ego masculino?
Só você pode devolver a minha vida,
Devolver a minha felicidade,
Será que você pode mesmo?
Me dar uma última, que seja última chance?
Tente.
Por favor, faça isso.
E devolva a minha vida e ao meu coração tudo o que perdi…

Adoro cada parte de seu corpo!


Adoro...
cada parte do seu corpo,
todo ele fala quando estamos juntos colados um no outro,
transpirando de prazer.
Somos um, quando nossas bocas se encaixam, nossas
curvas e pernas se acham e podemos de forma livre liberar
a adrenalina, misturada com suor e prazer.
Não existe momento mais prazeroso,
Ah!!! Não precisamos de fala, apenas os gestos falam por nós.
Caímos no riacho doce um do outro e exprimimos sons
que brotam de um longo e próximo gozo.
É maravilhoso chegarmos juntos na fonte do prazer e
podermos a cada toque retirar dos lábios um do outro,
gemidos sufocados e completamente incompreensível,
nós nos encaixamos, somos parte um do outro e cresce
cada vez mais o desejo de nos completarmos,
pois nos queremos e nos conhecemos.


(autor: Paulo Morgan)

A cor da Saudade!


Era uma vez uma menina que tinha um pássaro encantado.
Ele era encantado por duas razões:
Não vivia em gaiolas, vivia solto,
Vinha quando queria, quando sentia saudades...
E sempre que voltava, suas penas tinham cores diferentes,
As cores dos lugares por onde tinha voado.

Certa vez voltou com penas  
Imaculadamente brancas, e contou histórias de montanhas cobertas de neve.
Outra vez, suas penas estavam vermelhas, e contou histórias de desertos incendiados Pelo sol.

Era grande a felicidade quando eles Estavam juntos.  
Mas, sempre chegava a hora do pássaro Partir...
A menina chorava e implorava:
- Por favor, não vá.
Terei saudades, vou chorar.

- Eu também terei saudades - dizia o Pássaro - mas vou lhe contar um segredo! Eu só sou
encantado por causa da Saudade. É ela que faz com que minhas Penas fiquem bonitas...  
Senão você deixará de me amar. E partiu.

A menina, sozinha, chorava.  
Uma certa noite ela teve uma idéia: e se o Pássaro não partir?
Seremos felizes para sempre! Para ele Ficar, basta que eu o prenda numa gaiola.
E assim fez.

A menina comprou uma gaiola de prata,  
A mais linda que ela encontrou.
Quando o pássaro voltou, eles se Abraçaram, ele contou histórias e Adormeceu.
A menina aproveitou o seu sono e o Engaiolou.
Quando o pássaro acordou deu um grito
De dor.
- Ah ! O que você fez? Quebrou o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me Esquecerei das
histórias.
Sem a saudade, o amor irá embora...

A menina não acreditou...  
Achou que ele se acostumaria.
Mas, não foi isso o que aconteceu.
Caíram as plumas e as penas Transformaram-se em um cinzento triste.
Não era mais aquele o pássaro que ela Tanto amava...
Até que ela não mais agüentou e abriu a Porta da gaiola.
- Pode ir, pássaro -Volte quando você quiser...
- Obrigado - disse o pássaro - irei e voltarei Quando ficar encantado de novo.
Você sabe, ficarei encantado de novo Quando a saudade voltar dentro de mim. E dentro de você.

Quantas vezes aprisionamos a quem Amamos, pensando que estamos fazendo o melhor?  
Pense. Deixar livre é uma forma singela de ver, ter...
Direcione o seu amor não para a prisão e sim para a conquista, sempre.