Sejam Bem-Vindos

Sejam Bem-Vindos!!!

domingo, 9 de outubro de 2011

Pedindo perdão...

Desculpas meu querido Paulo Miguel eu sei que não tinha o direito de fazer o que acabei fazendo com você... Eu tentei com todas as minhas forças te dedicar o mesmo amor que me dedicas, mas não conseguir... Sinto que o melhor que faço é manter-me distante de você, não quero te fazer sofrer, mas é uma sina minha fazer mal a quem não merece... Sou uma pessima presença, faço mal a quem não merece...
Eu adoro você, adorei todos os momentos que passamos juntos, adorei tudo, mas não posso te enganar, nem à mim mesma também.
Se eu pudesse escolher, escolheria te amar, amar e amar, mas não posso, talvez seja melhor mesmo você ficar longe de mim, assim você será feliz...
Na realidade acho que todos deveriam ficar longe de mim!


Obrigado por tudo meu querido... E desculpas por tudo!
Te Adoro!

Lembro-me

Ainda lembro da primeira vez que vi aqueles olhos...
Lembro-me da magia que eles deixavam transparecer...
Lembro-me do quanto eu lutei para não deixar-me vencer por eles...
Lembro-me das vezes que eles me olharam com toda a ternura imaginavel...
Lembro-me da luz que aqueles olhos trouxeram à minha vida...
Lembro-me da angústia que eu sentia quando ficava sem vê-los...
Mas lembro-me também da última vez que eu os vi...
Verdade que eu não estava totalmente lúcida, mas lembro-me que apesar dele tentar negar eu sabia que aquele era o nosso adeus...
Lembro-me das noites em que na escuridão do meu quarto aqueles olhos vinham me assombrar...
Lembro-me das lágrimas caidas dos meus olhos ao lembrar daqueles que estão distantes...
Não sei se voltarei algum dia a ver aqueles olhos... Mas sei que eles foram e são os mais lindos que já vi, os que mais amei e os que mais sinto falta!

sábado, 1 de outubro de 2011

Quero sentir-me

Não quero que ninguém
Saiba o que eu sinto,
Antes que eu assim,
O possa dizê-lo.
Sabe-se sentir, por que esconde-lo?
Deixai a mim o direito,
De assim faze-lo.
Firmar-me-ei em meu consolo,
Porque assim hei de querê-lo.
Sei que isso é redundância, mas insisto,
Não quero que ninguém sinta antes de mim,
Tudo aquilo que agora eu sinto. 

Posso...

Acima do que posso fazer
Estão as verdades por desvendar.
Não sei; mediante a um proceder,
Se me calo ou me proponho a falar.

Se me calo, não me defendo,
Inútil, acabo sem procedimento.
Préjulgar-se vitoriosa é ter violado,
O sagrado direito do contra argumento.

Se falo quero ter o reconhecimento
Do engano não ter consultado,
Defendo todo o meu entendimento,
Depois de ter ouvido o outro lado.

Da certeza que me faz ser um sábio
Reconheço a vontade de aprender,
Que as verdades não são absolutas,
A verdade dos outros reconhecer...

Ainda...

O tempo parece não correr
E as horas passam lentas
Alheias a minha saudade
Ignoram minha vontade...
Vem logo, não demora.
Meus olhos anseiam
Ver a saudade no teu olhar
E o desejo no teu rosto
Vem me matar a fome
E assim, protegida no teu peito
Não preciso mais de nada
Apenas do teu sorriso
E ouvir teu respirar
Perfume envolvente que me desmonta
Deixa-me tonta, inebria.
Vem depressa, não demora
Vem sem pressa de ir embora...
Tira-me os sentidos
Esquece as horas
Pensemos no agora
Quebremos as amarras
Revivamos os momentos
Presos na memória
Entre risos e gemidos
Fomos felizes
Violando os sentidos
Inconsequentemente felizes
E fico pensando agora
Por que te deixei ir?
Quando fechei a porta e joguei a chave fora...

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Só de passagem...

Estive um tempo sem escrever nada por aqui...
Nesse periodo aconteceram tantas coisas... Como eu estava de mal com o coração dediquei-me mais a mim e as coisas que eu amo. O coração? Ele já está bem melhor! Nesse tempo afastada eu conheci pessoas novas, fiz grandes amizades e novas descobertas, tenho me sentido como se criança novamente, tudo é tão novo, surpreendente e magico... Aii pareço gay, mas é assim que tenho me sentido. Resolvi deixar meu passado no passado, tentei concertar mais uma vez um erro e acabei mais uma vez errando... É parece que eu não aprendo mesmo!
Me afastei de coisas que me faziam mal e isso me encheu de esperança de tornar a vida melhor...
Ele? Não vou mentir, existe e sempre, eu sei que sempre vai existir dentro de mim, mas agora é diferente. A última vez que nos falamos cheguei a acreditar que poderiamos deixar nossas diferenças e magoas de lado e sermos amigos, mas ele é outra pessoa, não o reconheço mais... Tenho receio dessa mudança pois temo por ele que isso só tragar coisas ruins a ele, como já é sabido por todos eu não tenho raiva desse garoto, vivemos momentos muito especiais e também momentos pessimos, mas vivemos e isso é importante para mim...
Sempre tive medo de demonstrar a ele a intesidade do meu amor, como diz o poema que fiz para ele sou/fui covarde, ele nunca compreendeu isso. Não o culpo, nem eu mesma compreendo até hoje!
Depois que nos separamos sentir tantos sentimentos misturados... Raiva, magoa, saudade... Hoje sinto apenas falta... Falta da voz, do olhar, do sorriso, das besteiras que falavamos, da companhia, enfim da amizade que acima de qualquer coisa construimos.
Sinto que é errado de minha parte falar essas coisas já que tanto ele quanto eu já estamos vivendo uma nova vida ao lado de novas pessoas, mas como disse a amizade permanece!
Sei que ele nunca vai ler essas postagens, mas e daí não escrevo para ele, escrevo para mim mesma...
Gostaria muito de poder dizer a ele que independente das nossas diferenças ele é e sempre vai ser especial para mim, mas acho que a vida sempre acerta nas decisões que toma e se estamos longe e se tudo acabou assim, do nada teve um por que!
Agora é cada um para um lado buscando a tal felicidade e o tal do amor novamente... Sinto que já reencontrei o meu!!!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O que?


Teus Olhares


Nos mares antes navegados...
Nunca vi um olhar...
Tão terno... Tão meigo...
Despindo-me de um jeito...
Tão teu... Tão mágico...
Neste universo de fantasia...
Recrio-te toda dia...
Mergulho na tua luz...
Apodero-me de tua magia...
Há! Esse olhar secreto...
Tem um ar de tristeza...
Tem uma lagrima indecifrável...
Tem uma ternura só tua...
Saio da luz do dia...
Viajo alada na tua fantasia...
Beijo-te e te acaricio...
Sinto teu calor...
Tão terno tão fogo...
Percebo o medo...
Volto pro meu mundo...
Saudade eu tenho...
E você nem imagina...
O quanto te desejo...
Anjo de meu pensar...
Meu recado eu deixo...
Assim sempre a vista...
Pra nunca esquecer...
Que em você eu penso...

Você...

É você que vem e que vai...
Nos sonhos me faz te amar...
Menino homem discreto e anjo...
Eterno apaixonado...
 
Fala-me da primavera...
Com sua ternura...
E sem dizer nada...
Vem e se vai...
 
Tão puro... Tão teu...
É meu amor cigano – alado...
Que se banha no escuro...
De teu olhar castanho...
 
Discreto é o mundo...
Deste homem de Virgem...
Que na memória guarda lembranças...
De um amor só seu...
 
E eu aqui nesta cidade...
Desvendo mistérios...
E você discreto nos versos...
Entendedor da alma feminina...
Guarda segredo só seus...
 
Mas eu te contemplo...
Com prioridade...
Na cumplicidade de teu versar...
Eu amo você...

É triste...


Se eu pudesse mudar o tempo,
eu te deixaria ali na amizade.
Nossa identificação, risos
e desilusões da profissão.
Eras o toque de sal e azeite
no dia insosso.
Quisera ainda desabafar contigo,
gotas caindo na amplidão das águas.
Escutar teu conselho, mergulhar
na tua dialética, teu próprio pedaço
de (in)verdade...
Mas o que era agridoce se acabou.
Agora te vejo e sem querer lembro
que você é um homem incolor e inseguro.
Que ficaste surdo, mudo e com medo,
e que sou uma mulher mais forte,
que sai na chuva e dá tiro no escuro.
Que triste! Eu não te admiro mais...